Pais fiquem atentos a doença “mão-pé-boca” surto está em creches e escolas.

Esta é uma virose super contagiosa, e os pais devem ficar sempre atentos aos sintomas, chamada “Doença mão-pé-boca” . Que muitas vezes é tratada como “uma alergia”
O alerta é para os pais de crianças em creches e pré-escola, e que geralmente ataca crianças de até 5 anos. Este vírus está no sistema digestivo e pode provocar sintomas como estomatite.
Os sintomas mais comuns Doença mão-pé-boca são a febre, dor de cabeça e falta de apetite e garganta inflamada.Mas o principal sintoma é o desenvolvimento de coceira com bolhas muito pequenas nas mãos e nos pés, e muita dor quando tocado.


Por ser contagioso, todo o cuidado é muito pouco, ele pode infectar outras crianças atraves das secreções das vias respiratória, secreções das feridas das mãos e dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados.
Beijos, contato com catarro, dividir copos, brinquedos, roupas e obejtos, deve-se evitar.
O respeitado Dr. Drauzio Varela, diz que o mais preocupante é o grau de desidratação que eta virose pode levar a criança. A mais comum é a desidratação secundária a odinofagia intensa causada por úlceras orais dolorosas. devem ser tratados com analgésicos e hidratação oral. Ingestão de líquidos frios.
Não existe vacina de prevenção, assim como outras viroses ele tente a regredir de forma espontânea, a melhor forma é intensificar a higiene com seu filho, crianças contaminadas devem ficar em casa, até que todos os sintomas desapareçam
Nas creches sempre o maior cuidado é na higiene das mãos na hora de trocar as fraldas, para que não se transmita o vírus para outra criança.Os brinquedos também devem ser lavados com muita frequência.

Após uma criança ser contaminada pela doença mão-pé-boca leva cerca de 3 a 6 dias para os primeiros sintomas aparecerem realmente. Este é o chamado período de incubação. Os sintomas geralmente começam com uma febre, dor de garganta e nariz escorrendo, algo parecido com uma gripe. Logo após a criança passa a ter erupções na pele e pequenas bolhas podem surgir nas seguintes partes do corpo:
Boca;
Parte interna das bochechas;
Gengivas;
Língua;
Céu da boca;
Dedos;
Palma das mãos;
Sola dos pés;
Os sintomas são piores nos primeiros dias e geralmente vão sumindo após uma semana. Uma ou duas semanas após o fim da doença, a pele dos dedos dos pés e das mãos podem descascar, mas isto não causa qualquer problema.

Diagnóstico – O médico pediatra irá diagnosticar a doença mão-pé-boca com base nos sintomas que o bebê está apresentando e ele pode também coletar uma pequena amostra da garganta para teste no laboratoriais.
Se por acaso seu filho tenha sido diagnosticado com esta doença é essencial entrar em contato com a escola ou creche que ele está. Pois, outros colegas podem contrair a doença.
Tratamento – Não existe um tratamento para a doença mão-pé-boca, tudo que os pais podem fazer é aliviar a febre e a dor com o remédio indicado pelo pediatra. Após o diagnóstico, é importante voltar a entrar em contato com o pediatra se a criança continuar com febre após três dias. Durante o tratamento, sempre é importante que os pais certifiquem-se que a criança está bebendo bastante liquido e está hidratada. Engolir pode ser difícil com esta doença, por isso, ofereça alimentos moles para os bebês maiores de seis meses, como purê.
Causas – Essa doença é transmitida pela saliva, então a pessoa pode contrair quando alguém tosse perto dela, por exemplo. O contato em uma superfície que uma pessoa com a doença tocou também pode levar à transmissão. A doença mão-pé-boca pode ser transmitida pelas fezes. Então, se a pessoa foi ao banheiro e não lavou as mãos corretamente, esta pode ser uma forma de transmissão.A doença geralmente é mais contagiosa em sua primeira semana na pessoa. Porém, bebês ainda podem apresentar o vírus nas fezes por meses após terem contraído! Ela também pode ficar presente no trato respiratório por até três semanas.


Prevenção – Alguns cuidados simples ajudam a prevenir a doença mão-pé-boca. Manter o bebê ou criança infectado pela doença longe da creche ou escola até que se sinta melhor evita que outros pequenos contraiam esse problema. Lave bem as mãos após trocar a fralda do bebê e caso seu pequeno já vá ao banheiro sozinho, ensine-o a lavar bem as mãos após isso. Ensine seu filho a lavar as mãos com frequência. Evite compartilhar os copos, utensílios, toalhas e outros objetos com pessoas infectadas. Limpe com certa frequência as superfícies que seu bebê mais toca.

Fontes consultadas: Academia Americana de Pediatria, Clínica Mayo, Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido

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